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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Novena do Carmo - Origem da Devoção à Nossa Sra. do Monte Carmelo



"A Ordem dos Carmelitas tem por propósito especial o culto da Mãe de Deus, Maria Santíssima, e pretende ter origem nos tempos do profeta Elias. Está fora de dúvida que o paganismo anti-cristão não estava sem conhecimento das promessas messiânicas. A Mãe do Salvador vêmo-la preconizada pelas Sibilas, simbolizada pelas imagens de Isis e venerada nos mistérios pagãos. Suposto isto,causaria estranheza, se o povo de Deus, possuidor das profecias mais claras e especializadas sobre a Mãe-Virgem, a vencedora da serpente, não tivesse tido palavra, instituição nenhuma, que dissesse respeito à Mãe do Salvador. Não é a intenção de querer alegar os argumentos pró e contra desta piedosa opinião ou digamos mesmo, convicção dos religiosos Carmelitas.


De fato, na Ordem Carmelitana é guardada a tradição, segundo a qual o profeta Elias, vendo aquela nuvenzinha, que se levantava no mar, bem como a pegada de homem, teria nela reconhecido o símbolo, a figura da futura Mãe do Salvador. Diz mais a tradição, que os discípulos de Elias, em lembrança daquela visão do mestre, teriam fundado uma Congregação, com sede no Monte Carmelita, com o fim declarado de prestar homenagens à Mãe do Mestre. Essa Congregação ter-se-ia conservado até os dias de Jesus Cristo e existido com o Título Servas de Maria. 


Santa Teresa, a grande Santa da Ordem Carmelitana, reconhece no profeta Elias o fundador da Ordem. As visões da bem-aventurada Ana Catarina Emerich sobre a vida de Maria Santíssima, ocupam-se minuciosamente da Congregação dos Servos de Maria, no Antigo testamento. 


Segundo uma piedosa tradição, autorizada pela liturgia, no dia de Pentecostes, um grupo de homens, devotos dos santos profetas Elias e Eliseu, preparado por São João Batista para o Advento do Salvador, abraçaram o cristianismo e erigiram no Monte Carmelo um santuário à Santíssima Virgem, naquele mesmo lugar, onde Elias vira aparecer aquela nuvenzinha, anunciadora da fecundidade da Mãe de Deus. Adotaram eles o nome de Irmãos da Bem-Aventurada Maria do “Monte Carmelo”. 

 
Novena em honra de Nossa Senhora do Monte Carmelo

Oração preparatória 

Oh! Deus eterno, Padre, Filho e Espírito Santo! Prostrado em vossa adorável presença imploro misericórdia pelos méritos de vossa Filha predileta, Mãe soberana e Esposa santíssima, a excelsa Virgem Maria do Monte Carmelo, maternal protetora de todos os necessitados na vida, na morte e no purgatória. Ouvi-me, Senhor, nesta novena que a Ela consagro, e concedei-me o viver e morrer em vossa graça, para vos contemplar e bendizer eternamente na sua gloriosa companhia, Amém.

Oração a Nossa Senhora para todos os dias 
 
Rainha excelsa e Mãe terna do Carmelo, refúgio de todos os mortais! Aqui tendes aos vossos pés um pobre alma que em vós confia. olhai-me graciosa, escutai-me benigna e outorgai-me o favor que nesta novena venho pedir-vos. Se acaso não me convier esta súplica, espero que vossa bondade acolherá minha intenção e me dará alguma outra graça mais vantajosa e assim minha confiança em vós será por vós coroada. Com o espírito cheio de fé e esperança em vossa proteção vos saúdo e invoco com a Santa Igreja, dizendo uma SALVE RAINHA. 

Segundo dia 
 
Virgem do Carmo, Maria Santíssima! Através dos tempos viveu constantemente nos sucessores de Elias, moradores do Carmelo, chamados Filhos dos Profetas, uma fervorosa fé em vossa futura Imaculada Maternidade Divina. Fazei que também reine em nossas famílias uma arraigada devoção para convosco, que seja fonte perene de felicidade para todos os lares; e agora consegui-me o obséquio particular que nesta Novena vos peço (declara-se o favor desejado) e para mais grangear vossa benevolência, repito devotamente as palavras do Arcanjo; (3 Ave-Marias). 


 Seja por todos bendita a Mãe de Deus, Santa Virgem do Carmelo! Sejamos por Ela abençoados na terra e no Céu! Amém.

extraído de 
http://www.exsurge.com.br


domingo, 3 de julho de 2011

Pedro e Paulo " mãos" do Evangelho !

Apresentamos a intervenção pronunciada por Bento XVI nesta quarta-feira, solenidade dos santos Pedro e Paulo, antes de rezar a oração mariana do Ângelus juntos a milhares de peregrinos reunidos na Praça de São Pedro.

 
Perdão pelo longo atraso. A Missa em honra dos santos Pedro e Paulo foi longa e belíssima. E meditamos também sobre esse magnífico hino da Igreja de Roma, que começa com as palavras “O Roma felix”. Hoje, na solenidade dos santos Pedro e Paulo, padroeiros desta cidade, cantamos assim: “Feliz Roma, porque foste empurpurada pelo precioso sangue destes grandes príncipes. Não pelo teu louvor, mas pelos seus méritos, superas toda beleza!”. Como cantam os hinos da tradição oriental, os dois grandes apóstolos são as “asas” do conhecimento de Deus, que percorreram a terra até seus confins e subiram ao céu; eles são as “mãos” do Evangelho da graça, os “pés” da verdade do anúncio, os “rios” da sabedoria, os “braços” da cruz (cf. MHN, t. 5, 1899, p. 385).

 
O testemunho de amor e de fidelidade dos santos Pedro e Paulo ilumina os pastores da Igreja, para conduzir os homens à verdade, formando-os na fé em Cristo. São Pedro, em particular, representa a unidade do colégio apostólico. Por este motivo, durante a liturgia celebrada nesta manhã na Basílica Vaticana, impus a 40 arcebispos metropolitanos o pálio, que manifesta a comunhão com o Bispo de Roma na missão de guiar o povo de Deus à salvação. São Irineu, bispo de Lyon no século II, escreveu que, à Igreja de Roma, propter potentiorem principalitatem [por sua peculiar principalidade], devem convergir todas as demais igrejas, isto é, os fiéis que estão em todas as partes, porque nela foi custodiada sempre a tradição que vem dos apóstolos (Adversus haereses, III,3,2).

 
É a fé professada por Pedro que constitui o fundamento da Igreja: “Tu és Cristo, o Filho de Deus vivo”, diz o Evangelho de Mateus (16, 16). O primado de Pedro é uma predileção divina, como é também a vocação sacerdotal: “porque isso não te foi revelado pela carne nem pelo sangue – diz Jesus –, mas pelo meu Pai que está nos céus” (Mt 16, 17). Assim acontece com quem decide responder ao chamado de Deus com a totalidade da própria vida. Eu me lembro com muito carinho deste dia, no qual se cumpre meu sexagésimo aniversário de ordenação sacerdotal. Agradeço ao Senhor pelo seu chamado e pelo ministério que me confiou; e agradeço também a todos aqueles que, nesta circunstância, manifestaram-me sua proximidade e seu apoio à minha missão com a oração, que, de todas as comunidades eclesiais, sobe incessantemente até Deus (cf. Atos 12, 5), traduzindo-se em adoração a Cristo Eucaristia, para acrescentar a força e a liberdade de anunciar o Evangelho.

Neste clima, saúdo cordialmente a delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, presente hoje em Roma, seguindo a significativa tradição, para venerar os santos Pedro e Paulo e compartilhar comigo o auspício da unidade dos cristãos querida pelo Senhor.

 
Invoquemos com confiança a Virgem Maria, Rainha dos Apóstolos, para que todo batizado se converta cada vez mais em uma “pedra viva” que constrói o Reino de Deus.

[Após rezar o Ângelus, Bento XVI saudou os peregrinos em vários idiomas. Em português, disse:] Saúdo os peregrinos de língua portuguesa, em particular os arcebispos de Angola e do Brasil, a quem hoje impus o Pálio, com os familiares e amigos que os acompanham. À Virgem Maria confio as vossas vidas, famílias e dioceses, para todos implorando o precioso dom do amor e da unidade sobre a rocha de Pedro, ao dar-vos a bênção apostólica.

fonte: www.catolicosempre.org.br



Pedro e  Paulo : Pilares da Igreja

"São Pedro: Simão era um pescador de Betsaida, que mais tarde se estabeleceu em Cafarnaum. Seu irmão André o introduz entre os que seguem Jesus; mas Simão havia sido certamente preparado para este encontro por João Batista. O Cristo lhe muda o nome e o chama “Pedra”, para realizar em sua pessoa o tema da pedra fundamental. 


Chamado por nosso Salvador, Jesus Cristo, enquanto pescava no Lago de Genesaré (Mar de Tiberíades), sempre demonstrou uma especial devoção e determinação, pelo que se fez digno de uma especial abordagem do Senhor, como o Apóstolo Tiago (Jacó) e São João, o Teólogo. Espiritualmente forte e fervoroso,  ele ocupou, na verdade, um lugar influente entre os apóstolos de Cristo. Foi o primeiro que confessou com determinação ao Senhor Jesus como o Cristo…


São Paulo: depois de sua conversão na estrada de Damasco, Paulo percorre em quatro ou cinco viagens, o Mediterrâneo. Faz a primeira viagem em companhia de Barnabé; partem de Antióquia, param na ilha de Chipre e depois percorrem a atual Turquia. 


Após o Concílio dos Apóstolos em Jerusalém, Paulo inicia uma segunda viagem, desta vez expressamente como “convidado dos doze”. Atravessa novamente a Turquia, evangeliza a Frígia e a Galácia, onde adoece. Passa à Europa com Lucas e funda a comunidade de Filipos (Grécia Setentrional). Depois de um período de prisão, evangeliza a Grécia; em Atenas sua missão encontra nos filósofos um obstáculo; em Corinto funda uma comunidade que lhe dá mais trabalho. Em seguida volta à Antióquia.


Uma terceira viagem o leva às Igrejas fundadas na atual Turquia, especialmente à Efeso, depois à Grécia e a Corinto. De passagem em Mileto, anuncia aos anciãos sua próxima provação. De fato, pouco depois de sua volta a Jerusalém é preso pelos hebreus e posto no cárcere. Sendo cidadão romano, Paulo apela para Roma. 


Empreende assim uma quarta viagem, esta a Roma, mas não mais em estado de liberdade. Chega a Roma no ano 60 ou 61; é mantido na prisão até cerca do ano 63; no entanto, aproveitando de algumas facilidades que lhe são proporcionadas, entra em frequente contato com os cristãos da cidade e escreve as “cartas do cativeiro” 


Libertado no ano 63, faz, provavelmente, uma última viagem à Espanha ou às comunidades dirigidas por Timóteo e Tito, às quais escreve cartas que deixam transparecer seu fim próximo. De novo preso e encarcerado, Paulo sofre o martírio acerca do ano 67.


Pedro e Paulo: dois nomes que ao longo dos séculos personificaram a Igreja inteira, em sua ininterrupta Tradição. Aos dois primeiros mestres da fé chegou-se mesmo a “confessar” os pecados no Confiteor, reconhecendo neles a Igreja histórica. Para os orientais, os dois “irmãos” também significam todo o colégio apostólico, como pedras fundamentais da fé.


Ainda hoje o Papa invoca a autoridade dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo quando, em seus atos oficiais, quer referir a Tradição à sua fonte: a palavra de Deus. Só pela escuta desta palavra no Espírito, pode a Igreja se “tornar perfeita” no amor em união com o Papa, os bispos e toda a ordem sacerdotal."
 
autor : Dom Moacyr José Vitti CSS, arcebispo metropolitano de Curitiba.
exraido de www.gazetadopovo.com.br 

"Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo ecclesiam meam"

sábado, 2 de julho de 2011

Bento XVI - 60 anos de sacerdócio - “Já não vos chamo servos, mas amigos”

Confissões de Bento XVI nos 60 anos de sacerdócio





Na última quarta-feira, dia em que comemorava seu 60º aniversário de sacerdócio, Bento XVI deu espaço às confidências na Basílica Vaticana, na Concelebração Eucarística da solenidade dos santos Pedro e Paulo, padroeiros da diocese de Roma.


“Já não vos chamo servos, mas amigos”: estas palavras de Jesus constituem, como ele mesmo confessou, a lembrança mais íntima daquele maravilhoso dia de verão em que, junto a 43 seminaristas, entre os quais se encontrava seu irmão Georg, recebeu a ordenação sacerdotal das mãos do cardeal Michael von Faulhaber (1869-1952), na catedral de Frisinga, perto de Munique.


As palavras de Jesus foram pronunciadas pelo prelado, grande opositor ao nazismo, aos novos sacerdotes no final da cerimônia de ordenação, e Joseph Ratzinger sentiu que o próprio Cristo as dirigia a ele.


“Eu sabia e sentia que, nesse momento, esta não era somente uma palavra 'cerimonial', e era também algo mais que uma passagem da Sagrada Escritura. Era bem consciente: nesse momento, Ele mesmo, o Senhor, a disse a mim de maneira totalmente pessoal”, confessou diante dos peregrinos que lotavam o maior templo do catolicismo.


Entre eles, encontravam-se os 41 arcebispos metropolitanos do mundo inteiro nomeados no último ano, a quem Bento XVI entregou o pálio, símbolo de sua comunhão com o Papa, nesse mesmo rito. Da mesma forma, estava presente uma delegação do patriarcado ecumênico de Constantinopla, um gesto com o qual o patriarca Bartolomeu I se une, todos os anos, ao “dia do Papa”, conferindo ao encontro, assim, um claro caráter ecumênico.


Bento XVI lembrou como, em sua ordenação, compreendeu que Cristo “me chama de amigo”.
“Ele me acolhe no círculo daqueles aos quais havia se dirigido no Cenáculo – explicou na homilia –, no grupo dos que Ele conhece de forma particular e que, assim, chegam a conhecê-lo de forma particular. Confere-me a faculdade – que quase dá medo – de fazer aquilo que somente Ele, o Filho de Deus, pode dizer e fazer legitimamente: eu te perdoo os teus pecados.”


“Ele se fia de mim: 'Já não vos chamo servos, mas amigos'. Confia-me as palavras da consagração da Eucaristia. Considera-me capaz de anunciar sua Palavra, de explicá-la retamente e de levá-la aos homens de hoje. Ele se abandona a mim”, continuou dizendo, ao sintetizar, seis décadas depois, a emoção da sua primeira Missa.


Esta evocação se converteu depois em uma súplica humilde e muito pessoal: “Senhor, ajuda-me sempre a conhecer-te melhor. Ajuda-me a estar cada vez mais unido à tua vontade. Ajuda-me a viver a minha vida, não para mim mesmo, mas junto a Ti, para os outros. Ajuda-me a ser cada vez mais teu amigo”.


O Papa teve a alegria de poder comemorar este aniversário com o seu irmão, o Pe. Georg, grande músico, quem foi, durante anos, diretor dos meninos cantores da catedral de Ratisbona (Domspatzen). Certamente, a música sacra ambientou os momentos do seu encontro no Palácio Apostólico, ajudando-os a reviver mais intimamente o dia mais importante das suas vidas.

(Jesús Colina)

CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 30 de junho de 2011
fonte (ZENIT.org

Festa do Sagrado Coração de Jesus


 
"Embora o Sacratíssimo Coração de Jesus seja honrado na primeira sexta-feira de cada mês do ano, hoje (sexta-feira) nós celebramos a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus.


A Devoção ao Sagrado Coração de Jesus remonta ao século XI, depois ao longo do século XVI, havia uma devoção particular ao Sagrado Coração muitas vezes ligada à devoção às Cinco Chagas de Nosso Senhor. A Primeira Festa do Sagrado Coração foi comemorada no dia 31 de agosto de 1670, em Rennes, na França, graças aos esforços do Padre Jean Eudes (1602-1680). De Rennes, a propagação da devoção espalhou-se, mas tão sómente depois das visões de Santa Margarida Maria Alacoque (1647-1690) é que se tornou universal.


Em todas essas visões, o Sagrado Coração de Jesus desempenhou um papel central. Nas aparições Nosso Senhor deu à Margarida Maria Doze Promessas àqueles que venerassem Seu Sagrado Coração. No dia 16 de junho de 1675, durante a oitava da Festa de Corpus Christi, numa aparição, Jesus Cristo pediu a Santa Margarida Maria , que pedisse para que a Festa do Sagrado Coração fosse celebrada na sexta-feira após a oitava (ou oitavo dia) da Festa de Corpus Christi,ou 19 dias após o domingo de Pentecostes, em reparação pela ingratidão dos homens para com o Seu Santo Sacrifício . Esta devoção está, pois, intimamente ligada ao Santo Sacrifício da Missa.


A devoção ao Sagrado Coração de Jesus tornou-se bastante popular após a morte de Margarida Maria, em 1690. Embora inicialmente a Igreja tivesse dúvidas sobre a validade das visões, antes ainda de 1765 a Festa já era celebrada oficialmente na França. Quase 100 anos depois, em 1856, o Papa Pio IX, a pedido dos Bispos Franceses, estendeu a festa à Igreja Universal. 


“Na linguagem Bíblica” , embora a palavra coração “indique o centro da pessoa, onde os seus sentimentos e intenções habitam”, o Coração do Redentor representa além de tudo o Seu Amor por toda a humanidade, a Sua Misericórdia Infinita. Praticar a devoção ao Sagrado Coração de Cristo, portanto , significa adorar aquele Coração que nos amou até o fim, que foi trespassado por uma lança e do alto da Cruz derramou sangue e água, uma fonte inesgotável de vida nova.  


A Festa do Sagrado Coração de Jesus é antes de tudo uma chamada Eucaristica, porque na Hóstia Sagrada , Nosso Senhor está verdadeiramente presente e Ele oferece a cada um de nós Seu Coração, Seu Amor Misericordioso. Passar o tempo na presença Eucarística do Senhor , adorá-LO, é a melhor expressão da Devoção ao Seu Sagrado Coração.

“Eís o Coração que amou a humanidade!”


O mais profundo desejo do Coração de Jesus é que descubramos o quanto Ele nos ama, e a extensão de Seu terno Amor por todas as criaturas que, arrefecidas por seu egoísmo, olham somente para dentro de si, e parecem ter até medo de se deixarem ser amados incondicionalmente por Seu Criador, que nada pede e ama por pura gratuidade.


Muitas vezes, ao longo de toda história, os Sumos Pontifices lembraram a humanidade que, sem Nosso Senhor, a vida não tem significado real, e o homem ainda tateia no escuro para encontrar a si mesmo!


Como a sociedade, a cultura, a economia, a política hoje precisam abrir-se a este Sagrado Coração! Quanto necessita redescobrir o Coração Misericordioso, o Amor Infinito de Deus que se revela em nossas vidas quando nos abrimos para Ele. É verdade que quanto mais o homem se cerca de mil coisas, mais ele perde o principal, mais ele se distancia de Deus, menos ele corresponde a este Amor amando-O.


Nesta festa devemos ter atenção em Jesus presente na Santíssima Eucaristia e devemos refletir sobre o Amor incondicional de Deus e sobre a Misericórdia Infinita simbolizada pelo Seu Coração.È preciso aproximar-mos de Jesus e é por meio da Adoração Eucarística que somos “abertos” apartir de dentro pelo Seu trabalho invisível em nós. A Santíssima Eucaristia, celebrada e adorada, como a Igreja nos ensina, é o maior e mais eficaz tesouro da nossa salvação, um tesouro infinito que deve ser salvaguardado com profundo respeito e profunda devoção.


È extremamente necessário lembrarmos aqui que perto do Coração do Filho é o Coração da Mãe a quem a Igreja celebra no dia após a solenidade do Sagrado Coração de Jesus.
Diz o Santo Padre : “ O Coração que se assemelha ao de Cristo mais do que qualquer outro é, sem dúvida, o Coração de Maria, Sua Mãe Imaculada, e por isso mesmo a liturgia os detém juntos para a nossa veneração”.


Confiemos o mundo inteiro, o Santo Padre, nossa Santa Igreja, todo o Clero, nossa Diocese, nossa comunidade, nossa família , nosso coração, todo nosso ser e missão aos Sacratíssimos Corações de Jesus e Maria, para que todos juntos possam experimentar o Amor misericordioso de Deus e conheçam a verdadeira Paz.

                              

ORAÇÃO - “Ó Coração de Jesus, vimos consagrar-Lhe as nossas pessoas e nossas vidas. Entregamos as nossas ações, nossos desejos, nossos problemas e os nossos sofrimentos. Entregamos-Lhe nossa Santa Igreja, o Santo Padre, todo o Clero,nossas Dioceses, nossas Comunidades, nossos benfeitores, nossos amigos e inimigos, nossas famílias , nossa missão e todo nosso ser. Queremos viver somente para honrá-LO , amá-LO e trazer-Lhe Glória. Fizemos uma decisão e não queremos mudar: o de pertencermos totalmente a Vós, fazer tudo por Vosso Amor, e renunciar de todo o coração a tudo que possa desagradá-LO. Tú serás sempre o coração do nosso desejo. E o objetivo dos nossos esforços será sempre para Te amar cada vez mais e torná-LO também conhecido, amado e servido pelas almas às quais nos enviar. Por isso , Vos levamos , Ó Sagrado Coração de Jesus, como o principal objeto do nosso amor, como Aquele que protege nossas vidas, guarda nossos apostolados, nossa missão e como Aquele que prevê um remédio para a nossa incompetência, nossa infidelidade, e nossa instabilidade. Vós também sois a nossa satisfação diante de todas as deficiências em nossas ações, porque Tú és Aquele que responde por nós, És também nosso poderoso auxílio durante toda a vida e nosso refúgio seguro na hora da nossa morte.  Vós sois o amigo fiel e íntimo do nosso coração. O único que não nos engana nem trai. Vós sois também nossa riqueza”.


SACRATÍSSIMO CORAÇÃO DE JESUS,  NÓS CONFIAMOS EM VÓS!


fonte : http://www.comunidadesdeamor.com

Pedidos de Oração