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sábado, 20 de junho de 2009

Festa do Sagrado Coração de Jesus

Papa recorda devoção ao Sagrado Coração de Jesus

Nesta manhã de 20 de Junho o Papa Bento XVI, da janela de seu gabinete de trabalho na Residência Apostólica, na Praça São Pedro, recitou a oração do Ângelus. Estavam presentes milhares de peregrinos, fiéis e turistas. Antes da oração mariana, o Papa recordou que o mês de junho, que iniciamos hoje, é dedicado, tradicionalmente, ao Coração de Jesus, símbolo da fé cristã, muito querido pelo povo como também pelos místicos e teólogos.

O Coração de Jesus exprime, de modo simples e autêntico, a "boa nova" do amor e resume o mistério da Encarnação e da Redenção.

"De fato - recordou o Pontífice - na última sexta-feira celebramos a solenidade do Sagrado Coração de Jesus, terceira e última das festas do Tempo Pascal, depois da Santíssima Trindade e de Corpus Christi. Esta sucessão de acontecimentos destaca um movimento rumo ao centro: um movimento do Espírito, que é o próprio Deus, que nos guia".

"Do horizonte infinito do seu amor, de fato, Deus quis entrar no âmbito nas limitações da história e da condição humana, através de um corpo e de um coração. Assim, podemos contemplar e encontrar o infinito no finito, o Mistério invisível e inefável no Coração humano de Jesus Nazareno", disse o Papa.

E o Santo Padre afirmou que "toda pessoa precisa de um centro da própria vida, de uma fonte de verdade e de bondade, na qual beber nas diversas situações e no cansaço do dia-a-dia".

"Cada um de nós, quando pára e silencia, precisa ouvir a pulsação do coração e, ainda mais, a pulsação de uma presença confiável, perceptível pelos sentidos da fé, e bem mais real: a presença de Cristo, coração do mundo", afirmou.

O Santo Padre concluiu a sua alocução dominical com o seguinte convite: "Portanto, convido cada um a renovar, no mês de junho, a própria devoção ao Coração de Cristo, valorizando a tradicional oração de 'oferecimento do dia' e acolhendo as intenções propostas por mim a toda a Igreja".

Antes de se despedir dos fiéis, presentes na Praça São Pedro, Bento XVI exortou, junto com a Liturgia, a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, mas também a veneração ao Imaculado Coração de Maria, que deve ser invocado com grande confiança.

O Pontífice fez uma premente exortação aos fiéis presentes na oração do Ângelus: "Gostaria de invocar, mais uma vez, a materna intercessão da Virgem pelas populações da China e de Mianmar, atingidas pelas calamidades naturais, e pelos que passam por tantas situações de dor, de doença e de misericórdia material e espiritual, que marcam o caminho da humanidade".

Ao término da oração mariana, o Bispo de Roma cumprimentou os numerosos presentes, em seis línguas, e a todos concedeu a sua Bênção Apostólica.

fonte : Rádio Vaticano

A História de Devoção so Sagrado Coração

Os Santos Padres muitas vezes falaram do Coração de Cristo como símbolo de seu amor, tomando-o da Escritura: "Beberemos da água que brotaria de seu Coração....quando saiu sangue e água" (Jo 7,37; 19,35). Na Idade Média começaram a considera-lo como modelo de nosso amor, paciente por nossos pecados, a quem devemos reparar entregando-lhe nosso coração (santas Lutgarda, Matilde, Gertrudes a Grande,Margarita de Cortona, Angela de Foligno, São Boaventura, etc.).

No século XVII estava muito expandida esta devoção. São João Eudes, já em 1670, introduziu a primeira festa pública do Sagrado Coração. Em 1673, Santa Margarida Maria de Alocoque começou a ter uma série de revelações que a levaram à santidade e ao impulso de formar uma equipe de apóstolos desta devoção. Com seu zelo conseguiram um enorme impacto na Igreja.

Foram divulgados inúmeros livros e imagens. As associações do Sagrado Coração subiram em um século, desde meados do XVIII, de 1000 a 100.000. umas vinte congregações religiosas e vários institutos seculares foram fundados para estender seu culto de mil formas.

O apostolado da Oração, que pretende conseguir nossa santificação pessoal e a salvação do mundo mediante esta devoção, contava já em 1917 com 20 milhões de associados. E em 1960 chegava ao dobro em todo o mundo, passando de um milhão na Espanha; suas 200 revistas tinham 15 milhões de inscrições. A maior instituição de todo o mundo.

A Oposição a este culto sempre foi grande, sobretudo no século XVIII por parte dos jansenistas, e recebeu um forte golpe com a supressão da Companhia de Jesus (1773). Na Espanha foram proibidos os livros sobre o Sagrado Coração. O imperador da Áustria deu ordem que desaparecessem suas imagens de todas as Igrejas e capelas. Nos seminários era ensinado: "a festa do Sagrado Coração provocou um grave mancha sobre a religião".

A Europa oficial rejeitou o Coração de Cristo e em seguida foi assolada pelos horrores da Revolução francesa e das guerras napoleônicas. Mas depois da purificação, ressurgiu de novo com mais força que nunca. Em 1856 Pio IX estendeu sua festa a toda a Igreja. Em 1899 Leão XIII consagrou o mundo ao Sagrado Coração de Jesus (o Equador tinha se consagrado em 1874).

E a Espanha em 1919, em 30 de maio, também se consagrou publicamente ao Sagrado Coração no Monte dos Anjos. Onde foi gravado, sob a estátua de Cristo, aquela promessa que fez ao pai Bernardo de Hoyos, S. J., em 14 de maio de 1733, mostrando-lhe seu Coração, em Valladolid (Santuário da Grande Promessa), e dizendo-lhe: "Reinarei na Espanha com mais Veneração que em muitas outras partes" (Até então a América também era Espanha).

fonte : ACI digital

domingo, 7 de junho de 2009

Festa da Santíssima Trindade



Mateus 28, 16-20
Os onze discípulos foram para a Galiléia, para a montanha que Jesus lhes tinha designado. Quando o viram, adoraram-no; entretanto, alguns hesitavam ainda. Mas Jesus, aproximando-se, lhes disse: Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-as a observar tudo o que vos prescrevi. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim do mundo.

João 3, 16-18
Porque Deus amou tanto o mundo que lhe deu seu Filho único, para que todo o que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna. Pois Deus não enviou o Filho ao mundo para condená-lo, mas para que o mundo seja salvo por ele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; por que não crê no nome do Filho único de Deus.

João 16, 12-15
Disse Jesus aos seus discípulos: Muitas coisas ainda tenho a dizer-vos, mas não as podeis suportar agora. Quando vier o Paráclito, o Espírito da Verdade, ensinar-vos-á toda a verdade, porque não falará por si mesmo, mas dirá o que ouvir, e anunciar-vos-á as coisas que virão. Ele me glorificará, porque receberá do que é meu, e vo-lo anunciará. Tudo o que o Pai possui é meu. Por isso, disse: Há de receber do que é meu, e vo-lo anunciará.

A DOUTRINA DA SNATA IGREJA CATÓLICA

Qual é o mistério central da fé e da vida cristã?
O mistério central da fé e da vida cristã é o mistério da Santíssima Trindade. Os cristãos são batizados em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo

O Mistério da Santíssima Trindade pode ser conhecido pela pura razão humana?
Deus deixou alguns vestígios do seu ser trinitário na criação e no Antigo Testamento, mas a intimidade do seu Ser como Trindade Santa constitui um mistério inacessível à pura razão humana e até mesmo à fé de Israel antes da Encarnação do Filho de Deus e da missão do Espírito Santo. Esse mistério foi revelado por Jesus Cristo e é a fonte de todos os outros mistérios.

Como a Igreja exprime a sua fé trinitária?
A Igreja exprime a sua fé trinitária ao confessar um só Deus em três Pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo. As três Pessoas divinas são um só Deus porque cada uma delas é idêntica à plenitude da única e indivisível natureza divina. Elas são realmente distintas entre si pelas relações que as põem em referência umas com as outras: o Pai gera o Filho, o Filho é gerado pelo Pai, o Espírito Santo procede do Pai e do Filho.

Como operam as três Pessoas divinas?
Inseparáveis na sua única substância, as Pessoas divinas são inseparáveis também em suas operações: a Trindade tem uma só e a mesma operação. Mas no único agir divino cada Pessoa está presente segundo o modo que lhe é próprio na Trindade. “Ó meu Deus, Trindade que adoro... pacifica a minha alma; faz dela o teu céu, a tua morada amada e o lugar do teu repouso. Que eu não te deixe jamais só, mas que eu esteja ali, toda inteira, completamente vigilante na minha fé, toda adoradora, toda entregue à tua ação criadora” (Bem-aventurada Elisabete da Trindade).

Pedidos de Oração